a cidade está encerrada em três círculos de muralhas (etrusca, romana e medieval) que contêm incontáveis tesouros. Entre as coisas a ver em Todi, uma das mais belas vistas é certamente a da Piazza del Popolo, o coração pulsante da cidade, esquecido por alguns dos edifícios mais importantes do centro histórico, que contrastam com o complexo religioso com efeito evocativo.Aqui pode admirar o complexo do Palazzo Comunale, criado a partir da união do Palazzo del Popolo, que alberga o Museu Lapidário, a Galeria de Arte Cívica e o Museu Etrusco Romano, o Palazzo del Capitano do século XIII e o Palazzo dei Priori, talvez o mais belo dos três e que foi concluído no século XIV.O Duomo, erguido no século XII sobre os restos de um templo dedicado ao deus Apolo, caracteriza-se por uma longa escadaria de acesso e uma bela fachada românica; subindo as escadas, a partir do topo dos degraus, pode-se tirar fotografias fantásticas de toda a Piazza.Não muito longe, a cerca de 20 metros da praça, encontra-se a Igreja de San Fortunato, dedicada à padroeira da cidade e construída no século XIII, cuja cripta alberga o túmulo do poeta humanista Jacopone da Todi e apresenta um belo fresco de Masolino da Panicale.Nem todos sabem que Todi é o lar da casa pintada de Patrick Ireland (aka Brian O'Doherty) e Barbara Novack, uma verdadeira obra de arte contemporânea que esconde profundos significados simbólicos. A chave para desvendar o enigma é o OGHAM, uma língua extinta há mais de 1200 anos, com a qual o antigo irlandês traduziu o alfabeto romano em linhas. Assim, o que aparentemente parecem ser estrangulamentos geométricos para o seu próprio bem, acabam por ser letras. E as surpresas continuam quando se verifica que por detrás de tal escolha, como a do nome artístico Patrick Ireland, está o Domingo Sangrento de 1972, e o desejo de recordar as vítimas inocentes desse Domingo sangrento.