O palácio conserva uma disposição do século XVI e está dividido em salas com tectos de madeira e pinturas do século XVIII. Desde Março de 2001, tem albergado uma valiosa colecção de artefactos arqueológicos, testemunhando a importância que a área do Médio Basento assumiu desde o período arcaico como ponto estratégico de comunicação rodoviária. A partir do átrio do palácio, acessível através de dois portais de pedra, pode-se admirar uma esplêndida e panorâmica dos vales de Bradano e Basento.O núcleo original, talvez anterior ao século XV, sofreu extensões provavelmente pelos duques Pignatelli e Revertera, cujos brasões de armas do século XVII permanecem na primeira e segunda portas de entrada, respectivamente. Consiste numa loggia projectante com arcos e duas asas NE com torres, parcialmente preservadas, que foram alinhadas com as paredes circundantes, fechando a praça abaixo e definindo o carácter feudal do todo. É provável que as grandes treliças originais das salas do palácio tenham sido substituídas no século XVII por tectos de madeira pintados, um dos quais ainda retrata uma cena de "Jerusalém Entregue", terminada com um friso floral. Nessa altura, o palácio era permanentemente habitado pela família Revertera. Comprado no início do século XIX por Silvio Turati, um industrial piemontês, juntamente com vastas antigas propriedades feudais, tornou-se a sede da sua administração agrícola.
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