O Museu da resistência, servido nas atraentes instalações subterrâneas da construção de alojamentos militares, lembra a vida cotidiana durante a guerra, a ocupação alemã, A resistência e o retorno à democracia, através das imagens, dos sons e das vozes das Testemunhas, apresentadas em uma instalação interativa original.
A rota não segue uma tendência linear, mas sim sugere a exploração de um território, que é revelado através da memória de seus lugares. Uma rede de metro simbólica percorre a cidade e guia o visitante através de uma instalação que faz coexistir diferentes línguas: fontes escritas e orais, fotografias e vídeos, testemunhos e evocações.
A viagem é dividida em cinco etapas: viver diariamente, viver sob bombas, viver sob o regime, viver sob ocupação e viver livre. Cada fase consiste na combinação de duas entrevistas, em que o tema principal é dito pelas testemunhas através da memória de suas experiências pessoais; cada par de entrevistas é ladeado por uma montagem de imagens selecionadas a partir de filmes e documentários da época.