A Catedral de Cortona nasce em uma área que remonta aos Corys etruscos/Romanos. De fato, as seções das paredes nas quais a parede Norte foi construída São etruscas/Romanas, bem como a coluna e o semi-arco fechado seguinte, à direita, da fachada principal. Para ser preciso, não se trata de uma catedral, mas sim de uma co-Catedral, ou seja, uma catedral, digamos, menor, em comparação com outra localizada na mesma diocese e, portanto, no nosso caso, localizada em Arezzo. A história da construção da Catedral de Santa Maria Assunta remonta ao ano 1000, quando uma primeira igreja paroquial foi construída em Estilo Românico.
Mais de duzentos anos depois, o arquiteto Nicola Pisano renovou-o... era 1262. Mais de duzentos anos se passaram até que, entre 1481 e 1507, sob o impulso dado pelo grande Papa Júlio II, A igreja mudou de forma tornando-se, quase, a catedral que vemos hoje. Por trás da fachada austera estão preservadas algumas obras importantes: A Madona della Manna, em terracota pintada do século XV, A Adoração dos pastores por Pietro Da Cortona, um crucifixo de madeira do século XVII por Andrea Sellari e uma tela do século XVII por Lorenzo Berrettini representando a Madona com crianças e Santos. Na nave direita há duas pinturas do século XVII de Raffaello Vanni (Transfiguração) e Lorenzo Berrettini (morte de São José). Muito importante é também a Madonna del Pianto, obra de terracota pintada por um artista desconhecido do século XIII. Aqui foram alojadas duas obras fundamentais no Museu Diocesano: a majestade de Pietro Lorenzetti e a assunção da Virgem De Luca Signorelli.